Blog do Hollander :: RoR de leigo para leigos

23 maio, 2008

Dicas rápidas de RADRails III – Aba Generators

Filed under: Ruby / Rails — Tags: — hollanderramos @ 22:37

Continuando a série de dicas sobre o RADRails, a abordagem agora é sobre a aba Generators. Esta opção serve para gerar um “esqueleto” selecionando o modo create ou apagar os arquivos criados selecionando o modo destroy pelo Rails.

No campo Generator, as possibilidades de seleção são:

controller – Cria o controle passado como parâmetro.

integration_test – Cria um teste de integração. O arquivo deve começar com maiúsculas ou underscore (_) e não pode começar com a palavra Test.

mailer – Cria um modelo para formulário de envio de e-mail.

migration – Cria um arquivo para migração de banco de dados.

model – Cria uma classe de modelo que será utilizada para comunicação com o BD.

observer – Cria um modelo e um arquivo para testes. Um observer serve para monitorar a vida de um evento de um modelo sem ter que – para isso – criar a lógica dentro do próprio modelo. Confuso não? 🙂

plugin – Serve para criar um plugin que acrescenta funcionalidades a outros projetos.

scaffold – Um dos recursos mais poderosos (porém não completo) do Rails. Cria automaticamente um modelo, controle e visão sobre uma tabela do BD, deixando pronto ao uso. Útil para ganhar produtividade, porém não muito flexível para personalização.

Opções: (entre parênteses a opção em linha de comando)

Pretend (-p ou –pretend) – Executa o script, mas não faz nenhuma mudança. Bom para verificar erros de sintaxe.

Force (-f ou –force) – Sobrepõe arquivos que já tenham sido anteriormente criados.

Skip (-s ou –skip) – Preserva arquivos que já tenham sido anteriormente criados.

Quiet (-q ou –quiet) – Omite a saída dos comandos no console

Backtrace (-t ou –backtrace) – Utilizado para depuração

Use SVN (-c ou –svn) – Modifica os arquivos com o Subversion

16 maio, 2008

Dicas rápidas de RADRails II – Aba Servers

Filed under: Ruby / Rails — Tags: — hollanderramos @ 21:11

Continuando as dicas sobre RadRails 1.0, vamos discorrer a respeito da guia servers.

A guia exibe uma lista dos servidores que estão em serviço. A alternativa via menu para esta aba é:
Window > Show View > Other…, após abrir a janela Show View, selecione Aptana Standard Views e finalmente Servers.

Normalmente para cada projeto criado, um servidor estará listado. A grade contém os campos:

  • Name – Nome do servidor
  • Status – Indica se o servidor está parado (stopping) ou rodando (running)
  • Description – Descrição do servidor.
  • Type – Tipo do servidor
  • Host – Endereço IP sob a qual o servidor estará rodando.
  • Port – Porta de serviço

Para editar os parâmetros de um servidor, dê um duplo clique sobre a opção. O servidor deverá ser parado (stopping) antes de ser alterado. E o que pode ser alterado? Esta opção varia de acordo com o servidor. No caso de um servidor Rails, são apresentados os seguintes parâmetros:

  • O nome do servidor;
  • O seu tipo quando o servidor instalado assim permitir, exemplo Rails permite: WEBRick, Mongrel ou LighTPD;
  • O endereço IP do host;
  • A porta;
  • E o ambiente (Desenvolvimento, Produção ou testes).

A barra de ferramentas possui as demais opções (que também pode ser acessada via botão direito do mouse):

Add Server – Permite adicionar e configurar um novo servidor através da lista de opções exibidas:

  • Apache Server – Configura um servidor web Apache.
  • Internal Jetty Server – Configura um servidor web baseado em Java.
  • Jaxer Server / Package Server – Configura um servidor web capaz de reconhecer instruções AJAX tanto do lado cliente como do lado servidor.
  • MySQL Server – Adiciona um servidor de Banco de Dados MySQL
  • Rails Server – Um dos servidores do RoR.
  • XAMPP Server – Distribuição que contempla um servidor Apache, MySQL, PHP e Pearl em um único pacote.

Start Server – Põe o servidor para rodar (running mode)

Start Server in Debug Mode – Põe o servidor para rodar em modo de depuração de erros.

Restart Server – Aplicado apenas para servidores já iniciados, encerra o serviço e ativa-o novamente.

Pause Server – Interrompe temporariamente o servidor.

Stop Server – Encerra o servidor de modo definitivo.

Open Console Shell – Abre a aba de console contendo informações sobre o atual serviço.

Open Log – Abre os arquivos de registro sobre o andamento do servidor.

View Statistics – Exibe dados relativos a estatística do servidor. As estatísticas não estão disponíveis para todos os tipos de servidor.

6 maio, 2008

Embedded Codes (Códigos Embutidos) em views

Filed under: Ruby / Rails — Tags:, — hollanderramos @ 21:42

Embedded Codes ou Códigos embutidos são instruções, objetos ou qualquer outra coisa que é inserido dentro de um documento. Por exemplo um gráfico Excel inserido dentro de um arquivo do Word.

Os arquivos de visão do RoR, basicamente são compostos por instruções HTML e pedaços de código em Ruby. O que define a parte que contém a expressão Ruby são tags para blocos especiais, conforme a tabela abaixo:

<%= %> É um dos códigos mais comum. Contém expressões em Ruby que serão substituídas pelo resultado na construção do HTML acrescido por uma quebra de linha.

<%= -%> Idêntico ao anterior, porém não acrescenta uma quebra de linha.

<% %> Contém uma expressão em Ruby cujo resultado não gera uma saída em HTML. Acrescenta uma quebra de linha.

<% -%> Idêntico ao anterior, porém sem acrescentar uma quebra de linha.

<%# %> Insere um comentário. O comando será ignorado e não exibido.

4 maio, 2008

Plugin Brazilian Rails

Filed under: Ruby / Rails — Tags:, , , — hollanderramos @ 12:06

Neste post eu comentei que era mais fácil trabalhar com Rails utilizando a convenção em inglês. Nas andanças da net, achei este plugin que – entre outras coisas – traduz a pluralização do Rails para o português.

Tentei instalá-lo no RADRails, mas obtive falha. Creio que se meu ambiente de desenvolvimento não fosse Windows seria mais fácil. Como necessito trabalhar com este ambiente, minha solução foi ir para o Console e tentar instalar o plugin via prompt. Ocorre que não está muito claro como se faz isso.

No site existe dois exemplos:
O primeiro é para instalação em Rails 2.1 (ainda não lançado – enquanto escrevo este post).
ruby script/plugin install git://github.com/tapajos/brazilian-rails.git

O segundo é para instalação em versões anteriores:
ruby script/plugin install svn://rubyforge.org/var/svn/brazilian-rails

Ambos comandos acima não funcionaram em Windows. Mas consegui a dica correta. No console, vá até o diretório do projeto criado e digite:
ruby script/plugin install http://brazilian-rails.rubyforge.org/svn/

Outra dica importante que não está clara: Para utilizar o plugin, abra o arquivo enviroment.rb que está no subdiretório config da aplicação, e acrescente o comando require ‘inflector_portuguese’ após o bloco Rails::initializer.run END. O código ficará parecido com este:

# Be sure to restart your server when you modify this file
(...)
# Specifies gem version of Rails to use when vendor/rails is not present
RAILS_GEM_VERSION = '2.0.2' unless defined? RAILS_GEM_VERSION
# Bootstrap the Rails environment, frameworks, and default configuration
require File.join(File.dirname(__FILE__), 'boot')

Rails::Initializer.run do |config|
# Settings in config/environments/* take precedence over those specified here.
# Application configuration should go into files in config/initializers
(...)
config.action_controller.session = {
:session_key => '_App_session',
:secret => '88bc...c62e'
}
# Use the database for sessions instead of the cookie-based default,
(...)
# config.active_record.default_timezone = :utc
end
require 'inflector_portuguese'

Salve o arquivo. Agora, você já pode criar classes com pluralização em português.

Em futuros artigos, tentarei explorar as outras funcionalidades do Brazilian-Rails.

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